Sites bons não nascem de templates. Nascem de quem se importa com o cliente. Existe uma forma única de trabalhar aqui.
Sou de Vila Velha, no Espírito Santo. Estudo Ciência da Computação na UVV e há dois anos venho me aprofundando em arquitetura de sites — front-end e back-end, do código que o usuário vê ao que faz tudo funcionar nos bastidores.
A Empresa Francisco Gomes nasceu de uma vontade simples: ganhar autonomia sobre o meu próprio trabalho. Não queria ser mais um desenvolvedor anônimo num sistema enorme. Queria conhecer cada cliente pelo nome, entender o que ele faz, e construir algo que realmente sirva pra ele.
Minha função, na prática, é tradutor. Você me conta a sua ideia — em palavras, em referências, em desenhos no papel — e eu traduzo isso pra linguagem de programação. Cada decisão de design, cada parágrafo escrito, cada detalhe técnico passa por uma pergunta só: isso faz sentido pro cliente?
Tem uma coisa que eu odeio: site com cara de robô. Site igual ao do concorrente, com as mesmas cores, os mesmos textos genéricos, a mesma sensação de "feito num gerador". Não dá. O seu negócio tem personalidade, tem história, tem jeito de falar — e o site precisa carregar isso. Se você sai do site sentindo que conheceu você, deu certo. Se você sai sentindo que conheceu mais um template, eu falhei.
É por isso que cada projeto começa com conversa, e termina com você se reconhecendo no resultado. Não tem outro jeito.
Sem letra miúda. Sem cobrança extra surpresa. Você sabe o que está pagando, do começo ao fim.
Cada projeto é único. Nada de template aplicado em massa — cada decisão é pensada pro seu negócio.
O site precisa trazer cliente. A IA precisa fechar venda. Se não medir, não importa.
Você não precisa entender de tecnologia. A complexidade fica do lado técnico. A clareza fica com você.
14 dias do briefing à publicação. Sem enrolação, sem prazo elástico, sem "semana que vem te mando".
Não desapareço depois da entrega. Se precisar, o suporte está aqui. Se você cresce, o trabalho cresce junto.
Toda relação que dura começa com escuta. Antes de escrever uma linha de código, é preciso entender o que faz o seu negócio funcionar — e o que faz a sua cabeça pesar de noite.
Reunião sem roteiro engessado. Perguntas, escuta ativa, exploração. No final, já se sabe quem é o cliente, o que tira o sono e qual seria o "site dos sonhos" para o negócio.
Tudo que você contou é transformado em estrutura. O projeto é mostrado antes de começar a programar — garantindo alinhamento total.
Você acompanha o que está sendo feito. Pode mudar, pode opinar, pode pedir pra refazer. O site só vai ao ar quando você diz que está perfeito.
Mande uma mensagem. Em até 24h úteis você recebe um retorno — sem promessa vaga e sem pressão de venda.